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Fábrica de motos rastreia visitantes em sua planta

A indiana TVS Motor instalou tags ativas e leitores para monitorar por onde estão circulando clientes e fornecedores em suas instalações

Por Claire Swedberg

26 de setembro de 2013 - Ao instalar uma solução de identificação por radiofrequência em sua sede e fábrica, a TVS Motor Co. afirma ter reduzido o número de falhas de segurança (quando um indivíduo entra em uma área não autorizada, permanece mais do que o esperado em visita ou não pode ser localizado) para quase zero.

A TVS Motor Co. é uma das maiores fabricantes de motocicletas, motonetas, ciclomotores e outros tipos de veículos de duas e três rodas da Índia. A empresa recebe mais de 100.000 visitantes por ano, entre fornecedores, consultores, empreiteiros, engenheiros de serviços, entre outros que realizam negócios no local, em sua fábrica em Hosur, na região de Tamil Nadu. Para proteger a sua propriedade intelectual, bem como fazer o tratamento desses clientes mais eficientes, a empresa instalou um sistema de rastreamento pessoal, com etiquetas ativas RFID e leitores fornecidos pela Gemini Traze.

A. Amaran, da TVS Motor Co.
Em um espaço de 250 acres, a TVS Motor realiza o desenvolvimento de produtos, planejamento de negócios, cadeia de suprimentos, finanças, pesquisa e desenvolvimento, produção e TI. Assim, a quantidade e variedade de visitantes no site é alta e as questões de segurança são consideradas críticas.

Por isso, a empresa instalou uma solução de RFID no ano passado, compreendendo etiquetas RFID a bateria para os crachás, leitores em pontos críticos como a entrada de departamentos e um software que rastreia dados de localização. A informação é enviada para o sistema de gerenciamento de visitantes da TVS Motor, permitindo que a empresa gerencie melhor os movimentos dos visitantes, incluindo sua localização em tempo real.

"Precisávamos de uma estrutura para monitorar os visitantes a partir do momento em que entram na organização até a sua saída", diz A. Amaran, gerente sênior de TI da TVS Motor. Sem RFID, relata ele, o sistema de gestão de visitantes da usina tinha várias lacunas: o trabalho era demorado para autorizar a entrada de visitantes em locais específicos. Antes da adoção do sistema de RFID, os visitantes registrados recebiam um passe de papel indicando seu destino na instalação. Cada passagem tinha de ser assinada pelo funcionário responsável até a saída. Cada indivíduo também tinha um crachá de plástico definindo o tipo de visita, como "consultor", "vendedor" ou "fornecedor".

Segundo Amaran, este sistema era demorado para os visitantes, exigia muitas horas do pessoal da empresa e de seguranças, e era incapaz de fornecer um registro histórico de todas as áreas que o convidado tinha visitado. Além disso, como a segurança estava monitorando manualmente, os visitantes tinha de esperar para serem registrados ao entrar em departamentos específicos, e depois esperar novamente na área comum para ser atendido.

A empresa procurou coletou as análises de dados com os tipos de visitantes recebidos, os departamentos que visitam e a frequência das visitas. Ao automatizar esse processo, Amaran explica, os gerentes de plantas tiveram uma maior quantidade de dados sobre os movimentos dos visitantes, enquanto que os indivíduos também podem se mover mais rapidamente em toda a instalação.