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Plataforma de petróleo da BP usa RFID com GPS

Sistema RFID da Mojix STAR 3000 e software noFilis CrossTalk monitoram bilhões de dólares em bens utilizados no projeto de construção

Por Claire Swedberg

21 de maio de 2013 - A empresa global de petróleo e gás BP está empregando uma solução de identificação por radiofrequência combinada a tecnologias de GPS para rastrear todos os componentes que vem de seus armazéns europeus para a Coreia do Sul, como parte de um projeto de US$ 10 bilhões para construir uma nova plataforma de petróleo offshore para uso no mar do Norte. Blaine Tookey, consultor de tecnologia sênior da divisão IT & S, da BP, descreveu a solução na conferência e exposição RFID Journal LIVE! 2013, realizada em abril em Orlando, na Flórida.

A BP realizou 37 projetos diferentes para demonstrar o valor do uso de monitoramento eletrônico para localizar bens e pessoal, implementadas ao longo dos últimos dois anos. Isto, segundo Tookey, fez a empresa economizar milhões de dólares em petróleo custos relacionados com a localização de equipamentos e garantir a segurança. Por exemplo, explicou, a tecnologia é usada para identificar pessoas e bens no mar durante uma emergência e para otimizar o inventário de equipamentos dentro de uma região específica, o que pode reduzir a reordenação desnecessária ou aluguel de equipamentos.

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Blaine Tookey, da B

No caso do projeto Clair Ridge, a BP queria assegurar que os materiais fossem entregues conforme necessário à Hyundai Heavy Industries (IHH), a empresa de construção do lado superior da plataforma.

A nova plataforma será implantada no Mar do Norte, a oeste das ilhas Shetland do Reino Unido, em cerca de 500 metros de água. A BP tem uma plataforma já existente ali, enquanto as porções superiores (acima da água) da nova plataforma devem ser instaladas a poucos quilômetros da plataforma existente desde 2015, atualmente em construção na Coréia do Sul. Como parte deste processo, a BP está realizando pedidos de peças conforme necessário de fornecedores em todo o mundo. Em seguida, ela recebe esses componentes em um dos dois centros de consolidação na Europa, e envia para o seu armazém perto do local de fabricação na Coreia do Sul, para hospedar cada parte necessária para a construção. A quantidade de componentes equivale a bilhões de dólares em equipamentos, de centenas de vendedores, diz Tookey.

Antes do início do projeto, a BP começou a procurar maneiras para acompanhar essas partes, a fim de garantir que não acabassem faltando e estivessem disponíveis quando necessário. A empresa selecionou uma solução da Mojix, composta por ambas as tecnologias RFID e GPS, bem como o sistema de leitores da Mojix STAR 3000 RFID e o software noFilis CrossTalk. O GPS tem capacidade de comunicação via satélite e permitirá que a empresa rastreie a localização de equipamentos de grande porte, enquanto em trânsito nas estradas, no trem ou no mar, enquanto a solução de RFID STAR Mojix está instalada no armazém da Coréia do Sul para localizar bens que entram na instalação e para identificar a sua localização, com 1 metro de precisão.

Segundo Tookey, as tags passivas EPC Gen 2 RFID estão sendo ligadas a itens montados em equipamentos, bombas, painéis electrónicos, vasos ou trocadores de calor, bem como para itens menores, incluindo válvulas e instrumentação embalado e entregue em caixas. "Queremos acompanhar tudo", afirmou.