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Token brasileiro com RFID substitui de crachás a cartões de ponto

A BRToken desenvolveu um dispositivo único para controlar o acesso físico de funcionários à empresa e também o acesso lógico aos dados corporativos

Por Edson Perin

10 de maio de 2013 - Todo dia era assim. O João chegava ao prédio do escritório, usava um crachá para abrir a garagem, outro para abrir a catraca de entrada no prédio, outro para entrar na empresa, outro para bater ponto e ainda tinha de se lembrar de mais de uma senha – ou usar um token – para ter acesso ao seu trabalho pelo computador. Para muita gente, todo dia é assim ou quase assim. Porém, imagine agora se o João pudesse realizar todas essas etapas com um só dispositivo, sem correr o risco de se perder em meio a tantos penduricalhos ou de perder um ou outro crachá, cartão, token etc.

A empresa brasileira especializada em segurança digital BRToken teve esta ideia e desenvolveu um dispositivo único, baseado em tecnologia RFID (identificação por radiofrequência), que permite ao funcionário ou colaborador de uma empresa ter acesso às áreas e dados autorizados, por meio do controle dos acessos físico e lógico ao ambiente corporativo. O chamado SafeSIGNATURE RFID será apresentado pela primeira vez durante o Ciab Febraban 2013, de 12 a 14 de junho em São Paulo (SP), juntamente com outros lançamentos que complementam a linha de produtos de segurança da informação da BRToken.

BRToken SafeSIGNATURE RFID: um só dispositivo para controlar diversos acessos, tanto físico como lógico

Para explicar como o dispositivo funciona, vamos pensar novamente na rotina do João. Ele chega ao local de trabalho pelo estacionamento do prédio, encosta na cancela da garagem o seu token RFID personalizado, com um número de identificação único, e esta se abre, permitindo a passagem do carro.

Com o mesmo dispositivo, ao chegar ao andar térreo do prédio e para ter acesso à área de elevadores, João novamente utiliza o seu token RFID e o aproxima da catraca, onde antes aproximava um de seus crachás. O sistema do próprio fabricante da catraca valida a entrada do funcionário, graças ao chip RFID embutido no token.

João passa, pega o elevador e vai até o andar de trabalho. Ao lado da entrada do escritório, há um equipamento de ponto eletrônico, onde ele novamente aproxima o token RFID. O equipamento registra a entrada do funcionário usando novamente o chip RFID para validar. O chip utilizado é de 125 kHz, frequência mais utilizada para sistemas de controle de acesso e relógio de ponto, com maior compatibilidade com os fornecedores destes aparelhos.