RFID Noticias

Operador portuário português confia na RFID para carregamentos

O novo terminal de grãos sólidos Sograin foi projetado com uma solução de identificação por radiofrequência para garantir rapidez e eficiência para seus clientes

Por Amy Lipton

2 de abril de 2013 - Em 2008, quando a Socarpor (Sociedade de Cargas Portuárias) decidiu expandir seu negócio de carga abrindo um segundo terminal portuário, a empresa portuguesa, com 24 anos de experiência, sabia que seria necessário chegar ao estado-da-arte da tecnologia para competir com sucesso com operadores nos maiores portos do país, incluindo os de Lisboa e Porto. O Sograin, novo terminal da empresa para 300 metros de grãos sólidos no Porto de Aveiro, no centro de Portugal, teria de garantir um serviço rápido e eficiente para seus clientes, bem como o cumprimento dos regulamentos de segurança de alimentos estabelecidos pelo governo.

Isso significava colocar um sistema para rapidamente descarregar navios de carga de cevada, milho, trigo e outros cereais importados da Inglaterra, França, Alemanha, Espanha e Europa Oriental, com uma boa relação custo-benefício, e transferir esses bens para caixas ou silos de armazenagem e distribuição. O Sograin também precisa de um sistema para rastrear com precisão mais de 300 caminhões de clientes que entram e saem do terminal diariamente. "Queríamos construir um sistema rápido que limitasse o uso de recursos humanos e outros custos", diz Nelson Santos, diretor do Sograin.

O terminal de grãos sólidos Sograin no Porto de Aveiro

Ao pesquisar potenciais soluções para este projeto, Santos se reuniu com o Cachapuz Bilanciai Group, que fornece balanças industriais e outros artigos, tais como o sistema de plataforma de logística customizáveis e de automação para gerenciamento de caminhão SLV, com módulos para controle de acesso e de identificação RFID, bem como a análise de dados. Cachapuz, com sede na cidade do Minho, "tem um bom mercado aqui em Portugal", diz Santos. "Toda empresa que precisa de integração de controle de peso fala com eles".

"RFID foi a solução que a Cachapuz colocou sobre a mesa", diz Santos. "Nós percebemos que eles poderiam nos ajudar em toda a gestão dos caminhões". E também interagir com o software de controle de terminais WinCoS, fornecido pelo Bühler Group, da Suíça, que Santos tinha escolhido para o faturamento e outros processos de gestão do Sograin. "A solução RFID garante que não há mistura de produtos nos carregamentos", diz ele, "e é essencial para a rastreabilidade completa do Sograin, exigida por lei, sobre as cargas realizadas".

Santos levou cerca de 10 meses pesquisando fornecedores e soluções até chegar à Cachapuz SLV. O sistema já está em funcionamento há cinco anos, permitindo ao Sograin despachar cerca de 100 veículos por turno de 8 horas. "É rápido", diz Santos. "Muito rápido".