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Como melhorar a saúde no Brasil com RFID

Sistema da Unidade de Pronto Atendimento de Mesquita, no Rio de Janeiro, permite realizar controle patrimonial e de medicamentos, além de rastrear ativos de limpeza

Por Edson Perin

14 de dezembro de 2012 - A Atrio Rio Service desenvolveu um sistema para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), da cidade de Mesquita, no Rio de Janeiro, que permite o controle patrimonial, o rastreamento de ativos de limpeza e o controle de medicamentos. A fim de reduzir a infecção hospitalar, jalecos e lençóis receberam chips RFID e, futuramente, artigos de limpeza também serão monitorados, assim como remédios e seringas.

O sistema ficou conhecido no país depois que os sindicatos dos médicos e dos enfermeiros do Rio de Janeiro decidiram entrar com representações no Ministério Público do Trabalho contra os chips implantados nos jalecos, alegando que a medida visaria apenas a controlar a frequência dos 150 servidores da unidade de saúde.

Equipamentos utilizados no projeto

João Ricardo Tinoco de Campos, Diretor de Enfermagem do Instituto Data Rio (IDR), organização que administra a UPA de Mesquita, disse durante apresentação no RFID Journal LIVE! Brasil 2012 que o objetivo do projeto é estabelecer um controle logístico da utilização dos recursos alocados na unidade de saúde. A solução contou com a utilização de equipamentos de identificação RFID da ACURA Global e da ThingMagic.

Foram instalados portais de identificação de passagens em pontos estratégicos para controle do fluxo dos recursos na unidade de saúde, com uso de PDAs para realização de inventários. “Os chips utilizados são EPC Gen2 e a solução está integrada de maneira mais eficiente, com objetivo de prestar um melhor serviço público para a população em geral”, declarou Campos. De um modo geral, as metas são realizar o Controle de Medicamentos, Controle de Patrimônio, Controle de Ativos de Limpeza, Controle de Lavanderia e Controle de Uniformes.