Notas do Editor

Como sair (melhor) da crise com RFID

Em momentos como o atual, com o dólar em alta e incertezas políticas, muitas empresas buscam reduzir custos e focar no retorno de investimento

Por Edson Perin

14 de junho de 2018 - Na semana passada, encerrei minha coluna (clique para ler) dizendo que, em épocas de crise, quem deixa de investir em alternativas tecnológicas para melhorar o desempenho nos negócios sempre acaba perdendo para aqueles que se esforçaram para chegar ao fim da tempestade prontos para ganhar mercado e conquistar novos clientes. Assim, investir em identificação por radiofrequência (RFID) representa um grande diferencial para as empresas.

Nem todos os empresário e executivos têm conhecimento sobre os ganhos que a RFID traz para os negócios. Aliás, são poucos os mercados no Brasil que começaram realmente a entender como este conjunto de tecnologias funciona ou como oferece maior eficiência, visibilidade sobre os produtos – e segurança –, melhor experiência ao cliente, e muito mais, com custos bem menores.

Desde 2011, quando o RFID Journal Brasil foi lançado, tenho editado o conteúdo deste site e ajudado a promover o conhecimento sobre esta tecnologia, tanto por escrito como em palestras que dou dentro e fora do Brasil. Outras tecnologias estão se aperfeiçoando, assim como a RFID, para favorecer a realização de negócios e, assim, melhorar os resultados empresariais.

Todas essas tecnologias podem ser agrupadas dentro do conceito de Identificação Automática ou Auto-ID, que prevê que os sistemas de informação por onde trafegam e são processados os dados sejam alimentados automaticamente pelas variações do mundo real, sem que um ser humano tenha de digitar dados em um computador.

Por dentro da chamada Auto-ID, há conceitos que são norteados por tecnologias como RFID, Bluetooth Low-Energy (BLE), Global Position System (GPS), Near Field Communication (NFC), até chegar a avanços digitais mais poderosos como a identificação visual de embalagens e objetos. Estes conceitos representam, no fundo, variações da chamada Internet das Coisas ou IoT, do inglês, Internet of Things.

Em todos esses casos, deve ficar claro para o empresário ou executivo de negócios – ou de tecnologia – que não há uma tecnologia que exclua a outra ou conceito que se invente que importe mais do que os resultados que isto significa para os negócios. Em outras palavras, seja a solução A ou B ou ainda uma junção das duas, o que importa é quanto eu tenho de retorno sobre o investimento ou ROI.

Num momento crítico como este pelo qual o Brasil está passando, com dólar em alta e incertezas políticas, fica claro que cada gota de suor (ou moeda de Real) investida em qualquer iniciativa não pode ser desperdiçada ou gerar um resultado "mais do mesmo". Todos estão buscando fazer mais com menos e, se possível, melhor e com mais eficiência.

Para quem tem este tipo de visão e busca resultados em curto prazo, vale a pena olhar com atenção para a RFID. Neste site, há diversos casos de empresas de dentro e de fora do Brasil que experimentaram as tecnologias RFID com sucesso. Já há, inclusive, alguns que abordam soluções que envolvem outras tecnologias da chamada Auto-ID.

Portanto, inspire-se e leia as matérias, reportagens e estudos de caso deste site. Creio que há uma chance bem grande de você encontrar respostas para que os seus negócios se mantenham lucrativos e saiam ainda mais fortes ao final desta tempestade.

Edson Perin é editor do RFID Journal Brasil e fundador da Netpress Editora.

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