Notas do Editor

Mickey Mouse faz magia com RFID

Parques e hotéis da Disney oferecem uma experiência inesquecível aos clientes, por meio de pulseiras que usam a tecnologia de identificação por radiofrequência

Por Edson Perin

26 de abril de 2018 - Alguns dias antes do RFID Journal LIVE! deste ano, em Orlando, nos Estados Unidos, aproveitei que a minha filha aceitou viajar comigo para fazer uma visita à Disney World, coisa que fizemos algumas vezes quando ela ainda era uma criança. Além de matar as saudades de brinquedos clássicos, como Splash Mountain, fomos experimentar inovações com alta tecnologia do nível de "Pandora – The World of Avatar", que defino como uma viagem incrível ao mundo dos sonhos.

Sou fã da Disney desde 1986, quando pela primeira vez tive a oportunidade de compreender todas as dimensões da palavra magia. Tinha 19 anos, naquela ocasião, e fui a Los Angeles só para nadar no Oceano Pacífico. Mas acabei sendo arrastado à Disneylândia, a contragosto, por um grupo de amigos, e me diverti como nunca havia imaginado. Mas foi agora em 2018 que aprendi com o Mickey como usar a identificação por radiofrequência (RFID) para fazer magia no mundo real.

Dois meses antes do LIVE! comprei os tickets para os parques da Flórida. Decidimos, minha filha e eu, que seria mais compensador ficar em um hotel do Walt Disney World Resorts, pois teríamos economia de tempo e dinheiro com transportes, além de usufruir do privilégio de entrar uma hora antes de as instalações abrirem para o público em geral que não se hospeda no território do Mickey Mouse.

Pulseira RFID da Disney, em um ponto de verificação de Fast Pass
Antes da viagem a Orlando, fomos convidados por email a nos cadastrar no site da Disney e a baixar o aplicativo "My Disney Experience". Com o app em nossos smartphones, pudemos compartilhar entre nós todas as informações de nossa agenda comum durante todo o passeio, além de reservar os Fast Passes para os brinquedos que mais queríamos visitar.

O Fast Pass é um sistema eficiente e agradável que permite escolher três brinquedos em cada parque, para pegar filas bem menores. Ou seja, em vez de aguardar uma hora para entrar em uma atração específica, o tempo cai para menos de 20 minutos. Para isto, é preciso reservar horário no brinquedo para uso do Fast Pass. Assim, uma semana antes da viagem, Laura já tinha programado pelo aplicativo da Disney todos os brinquedos nos quais gastaríamos nossos Fast Passes.