Notas do Editor

Varejo está aquecido para IoT e RFID

Apesar das turbulências, o varejo brasileiro busca soluções para aumentar eficiências e reduzir custos, uma das abordagens da palestra de Mark Roberti nesta semana

Por Edson Perin

29 de agosto de 2017 - De cada dez executivos de empresas integradoras de tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) com quem tenho falado nas últimas semanas, pelo menos oito estão positivos em relação aos resultados de seus negócios de agora em diante e para os próximos meses. "O mercado está aquecido para soluções de IoT [Internet das Coisas] e RFID", disse-me o executivo de uma importante empresa que oferece ferramentas para varejo, na semana passada.

Nesta semana, no Pavilhão IoT RFID que a Associação Brasileira da Indústria de Identificação por Radiofrequência (ABRFID) abre hoje no Latam Retail Show – de 29 a 31 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP) –, esta tendência será verificada de perto. Afinal, vendedores e compradores de tecnologia estarão frente a frente no mesmo espaço, compartilhando expectativas e necessidades de negócios.

Em pauta, aumentar eficiências, ganhar agilidade e reduzir custos. Tudo o que as empresas de varejo mais necessitam neste momento e que a RFID pode oferecer amplamente, como mostrará a palestra de Mark Roberti, editor e fundador do RFID Journal, um dos maiores especialistas globais em RFID e palestrante dos seminários gratuitos do Latam Retail Show. Roberti estará no Brasil graças ao patrocínio do RFID CoE e falará no dia 30, às 17 horas, sobre como a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) faz e fará a diferença nas estratégias omnichannel das empresas de varejo.

Na palestra "Como a RFID beneficia o omnichannel no varejo", Roberti abordará a aplicação de estratégias reais de omnichannel; maneiras de implantar o conceito de Internet das Coisas (ou IoT, do inglês Internet of Things), com base na tecnologia RFID, de baixo custo; modos de realizar investimentos em tecnologia com eficiência e Retorno sobre o Investimento (ROI), tendo foco em rastrear produtos na cadeia de suprimentos, oferecer novas experiências para atrair novos clientes e reduzir custos.

Sob a visão de negócios, omnichannel significa atingir o potencial máximo de vendas, atendendo amplamente os interesses dos clientes, inclusive quanto ao seu canal preferido para consumo. E, hoje, o mercado lida com o consumidor do Século XXI, que vai a uma loja física e usa o smartphone para pesquisar sobre o produto à venda, inclusive para comparar preços e vantagens com ofertas online de outros estabelecimentos (clique para saber mais em Sem RFID, sem omnichannel).