RFID Estudos de Caso

Loja reduz tempo de check-out em 80%

Os balcões usados no setor de conferência ocupavam muito espaço, o que se eliminou com a RFID. Agora, com a tecnologia em funcionamento, há uma caixa de leitura, com quatro antenas e o leitor Acura EDGE 50.

A Moura desenvolveu uma aplicação para informar a quantidade de peças dentro da sacola; opção para ler as peças na caixa de leitura; confrontação da quantidade de peças contadas pela funcionária com as peças lidas pela caixa; e uma função para transmitir as leituras para o sistema de controle de consignação.

Alex Casado, do Grupo Mari
"Integramos a solução RFID Moura Print na tela de impressão de etiquetas no sistema da empresa", diz Tales Boalim, gerente de tecnologias e inovação da RFID Moura. "Eles utilizam uma impressora Zebra ZD500R e, agora, foram adquirias 250 mil tags RFID da CCRR para etiquetar o estoque de lingeries.

Com RFID, após a funcionária contar a quantidade de lingeries consignadas pela consultora, ela informa o código da sacola e a quantidade de peças na aplicação criada pela Moura. As sacolas são transferidas para o setor de conferência e outra funcionária lê todas sacolas da cliente na caixa de leitura, instantaneamente, no toque de um botão. "Após ler todas as sacolas da cliente, a funcionária pressiona um botão para transmitir para o sistema da empresa os produtos lidos e gerar um código para exibir o status na tela de consignação ou na tela devolução da mercadoria", explica Boalim.

Tales Boalim, da Moura
O retorno sobre o investimento (ROI) ocorreu após 10 meses, de acordo com a empresa. Após um ano e meio de utilização, o setor de conferência está com quatro funcionárias e não mais seis. Segundo o proprietário, é possível manter o setor até com duas funcionárias. Por conta dos imprevistos, ele manteve quatro.

Com quatro funcionários, existem momentos ociosos. Neste caso, o executivo transfere uma das funcionárias para outro setor. "Cada leitura RFID, mostra todos os itens capturados e confere a quantidade lida pela caixa com a quantidade informada pela funcionária", explica Boalim. "Todo final do ano, quando aumentam as vendas, era necessário aumentar o quadro de funcionários no setor de conferência e trabalhar em regime de hora extra. Com a implantação de RFID, no final do ano de 2017 o setor de conferência trabalhou com as quatro funcionárias e não houve hora extra".