RFID Estudos de Caso

Loja reduz tempo de check-out em 80%

"O próximo passo é levar a RFID para todas as nossas linhas de produtos e daí por diante aplicar as melhorias já idealizadas em processos de garantias, rastreabilidade e talvez até criarmos unidades móveis de conferência para, assim, otimizarmos o estoque e o que mais pudermos imaginar", antecipa Casado.

Antes da RFID, a consultora selecionava as mercadorias que queria consignar, colocava em uma sacola e entregava para uma funcionária contar a quantidade de peças. O total era anotado em um papel e fixado na sacola. A sacola seguia, então, para o setor de conferência.

Caixa de leitura RFID para contagem de dezenas, centenas ou até milhares de produtos em pouco mais de cinco segundos
Em seguida, uma funcionária do setor de conferência pegava todas as sacolas de uma consultora e lia todos os produtos, um por um, por códigos de barras das peças e os dados entravam no sistema da empresa. A quantidade de peças lida deveria ser a mesma anotada pela funcionária da primeira fase. O processo todo demandava 30 minutos.

Com RFID, além de reduzir este tempo para 6 minutos, foram eliminados vários problemas do processo com códigos de barras. Por exemplo, a consultora aguardava horas pela sua conferência e fechamento de contas. Além de fazer a consignação, tinha de fazer o fechamento da consignação anterior e o processo demorava ainda mais.

Sem RFID, muitas vezes, não era possível fechar a conta da consultora no mesmo dia, por conta do volume de conferências. Assim, demorava mais tempo para liberar a colaboradora para levar uma nova remessa de produtos consignados para serem vendidos. "Era comum existir erro de fechamento de vendas das consultoras, o que gerava desconforto; e quando a conferência ficava para outro dia era ainda pior", reforça Casado.