RFID Estudos de Caso

Vancouver facilita trânsito para desabilitados

Isso desafiava vários níveis, uma vez que a autoridade não possui trabalhadores no local em cada estação; um membro da equipe precisaria montar o sistema de trânsito para chegar a uma estação específica para atender um passageiro com necessidade. A TransLink se orgulha de ser um dos sistemas de trânsito mais acessíveis do mundo, diz Windross. "Para nós, a acessibilidade é uma prioridade importante", afirma, por isso buscou uma solução melhor. A agência começou a procurar uma solução baseada em tecnologia no início de 2017, diz Nadia Krys, gerente sênior da TransLink.

Enquanto a TransLink estava explorando soluções para o acesso mãos-livres com as catracas de tarifa existentes, a Hyperlight Systems soube do desafio por uma notícia local e ofereceu-se para desenvolver uma solução, lembra Ashish Sachdeva, fundador e diretor da Hyperlight. Ele descreve sua empresa como especializada em comunicação sem fio e a empresa IoT "como uma paixão pelas soluções de cidade inteligente". A empresa já estava construindo soluções usando RFID, explica Sachdeva e viu uma solução potencial para TransLink com RFID UHF. Ele acrescenta que a TransLink inicialmente considerou a instalação de uma entrada separada com leitores RFID para aqueles que não conseguem tocar o cartão no local de leitura.

O Universal Fare Gate Access Program pode ser o primeiro sistema de mãos-livres do mundo para pessoas deficientes

Nadia Krys, da TransLink
Hyperlight e TransLink começaram a trabalhar para desenvolver os locais de acesso para deficientes existentes. As empresas conduziram uma prova de conceito para provar que poderiam transmitir uma mensagem aos portões para abri-los. "Nós precisávamos resolver esse problema sem novas construções", diz Sachdeva. "Nós queríamos uma solução que usasse o portão de tarifa existente, com software integrado".

A Hyperlight e a autoridade de trânsito começaram a testar um protótipo da tecnologia em junho de 2017. Os parceiros testaram em três estações no verão passado, trabalhando com um grupo focal de usuários que tiveram problemas de mobilidade. Um consultor que ajudou com o piloto e que agora é empregado da Hyperlight como especialista em experiência de usuários foi Brad Zdanivsky, especialista em software e alpinista que também é um tetraplégico.

Zdanivsky ajudou a equipe a identificar as melhores maneiras pelas quais os passageiros poderiam transportar os cartões RFID para garantir leituras eficientes. O sistema RFID incluiu um leitor RFID Feig Electronic e duas antenas em cada portão, apontadas para duas direções, ou seja, entrada e saída. Cada portão tem um logotipo RFID.

O sistema RFID foi projetado para ser instalado rapidamente, lembra Sachdeva, com um ou mais portões implantados nas 23 estações em apenas quatro meses. "Sentimos que a inovação não era apenas no design da solução, mas na própria implantação padronizada", afirma. A empresa, em parceria com a TransLink, construiu o sistema com suportes padrão para montagem, por exemplo, para que os instaladores pudessem rapidamente ter a tecnologia instalada.