RFID Estudos de Caso

Conferência melhora fluxo de participantes

A organização usou os dados para o planejamento de exibição de 2017. E descobriu que, em média, havia menos de 600 pessoas na área de refeições, menos da metade do número total registrado para a cúpula. Com esse conhecimento, foi capaz de planejar a refeição de 2017 com base em números reais de atendimento. "Com os gastos com alimentos e bebidas sendo uma das nossas maiores despesas", afirma Meredith, "esses dados nos ajudaram a controlar os custos e eliminar o desperdício de alimentos".

Os dados de 2016 revelaram que, não importa o dia ou a hora, mais pessoas estavam no salão de exibição do que no salão principal. Usando essa informação, a CDCA optou por mover o evento mais para a sala de exposições, de modo a aumentar sua participação. Nos anos anteriores, havia palestras principais, painéis e trilhas técnicas no salão maior, diz Meredith. "Após a análise da multidão de 2016", acrescenta, "decidimos mudar as trilhas técnicas para a sala de exposições, além de adicionar espaços separados para sessões de Q&A [perguntas e respostas] para manter as pessoas envolvidas".

Além disso, os organizadores de eventos ganharam uma maior compreensão de quantas pessoas realmente participaram das trilhas técnicas. Em 2016, a associação realizou três trilhas técnicas separadas, ao mesmo tempo no salão principal, o que exigiu que a equipe do local dividisse o espaço várias vezes. Com os dados RFID, descobriu que apenas 200 pessoas participaram de cada trilha.

"Ao mover as trilhas técnicas para a sala de exposições em 2017", recorda Meredith, "conseguimos criar o espaço Briefing Theatre para permitir a ocupação por cerca de 250 pessoas". As pessoas foram assim capazes de participar de mais sessões, uma vez que não foram realizadas simultaneamente. "Ao considerar os dados RFID de 2016 para reforçar nossas decisões", afirma, "economizamos tempo e dinheiro ao controlar nossas necessidades de pessoal e local".