RFID Estudos de Caso

Mina italiana garante segurança de trabalhadores

A mina precisava de uma solução mais rápida e automatizada. "O principal desafio", diz Federico Salvati, gerente do site da Sibelco, "era garantir que somente o pessoal autorizado pudesse entrar na nossa área de pedreira e manter uma contagem e registro de todas as pessoas dentro da área em um determinado momento". A mina precisava disso, acrescentou, "sem ter que instalar barreiras permanentes ou dispositivos que atrasassem a entrada e o movimento de nossa força de trabalho".

A Sibelco aproximou-se da BLuEpyc em busca de uma solução sem fio. "Estávamos conscientes da tecnologia RFID", diz Salvati, "e, juntamente com o meu engenheiro de software - atualmente nosso gerente de manutenção -, decidimos experimentar essa tecnologia".

A BluEpyc instalou quatro gateways para detectar beacons BLE no local, dois em cada portão
Um sistema RFID padrão UHF não suportaria as necessidades da empresa de mineração, constatou, porque precisava capturar as IDs únicas de trabalhadores que passassem pelo portão em veículos, sem ter que parar. A RFID UHF não pode ser lida bem por portas metálicas e paredes de um veículo, especialmente um em alta velocidade.

Paola Visentin
Para realizar uma leitura mais ampla e através dos veículos, a BluEpyc instalou quatro de seus gateway receptores BLE no local, dois em cada portão. Os receptores usam uma conexão de rádio local para encaminhar os dados dos beacon para o servidor local da Sibelco, localizado a vários quilômetros de distância no escritório, onde os dados coletados são gerenciados.

Os membros da equipe recebem beacons BluEpyc que são costurados nos bolsos dos uniformes de trabalho. O número de identificação exclusivo transmitido pela beacon é então vinculado ao trabalhador no software corporativo da Sibelco, explica Paola Visentin, gerente de mídia digital da BluEpyc. A empresa fornece o firmware no leitor de gateway que captura as IDs, interpreta os dados e os encaminha para o sistema Sibelco.