RFID Estudos de Caso

Hospital melhora processos de workflow

University Hospital de San Antonio diagnostica seu problema, implanta RFID e automatiza processos com um sistema de localização em tempo real

Por Michael Belfiore

18 de junho de 2015 - Em 2013, Gene Winfrey sabia que tinha um grande problema em suas mãos, quando encontrou uma bomba IV atrás das telhas de uma sala de suprimentos. As bombas IV estavam com uma disponibilidade tão baixa no University Hospital da University Health System em San Antonio, Texas – onde Winfrey atua como diretor de serviços de informação no departamento de engenharia biomédica – que os enfermeiros os escondiam para assegurar que teriam um disponível quando um paciente precisasse.

O University Hospital construiu um novo edifício de 10 andares, e Winfrey e Jim Magers, gerente de tecnologia de cuidados de saúde do hospital, decidiram que era um bom momento para instalar uma tecnologia para rastrear bombas, incluindo bombas IV, e melhorar a disponibilidade dos equipamentos. "Queríamos eliminar a monopolização de equipamentos", diz Winfrey, "e deixar os enfermeiros fora da tarefa de gestão das bombas".

University Hospital deployed a passive RFID-based real-time locating system to track and manage all of its smart medical pumps.
Em março de 2014, quando o edifício Sky Tower de 420 leitos foi aberto, a instalação tinha um sistema de localização em tempo real (RTLS) baseado em RFID passivo da Mainspring Healthcare Solutions, que é usado para controlar e gerenciar todas as bombas médicas inteligentes utilizadas no hospital. Assim, a taxa de utilização das bombas saltou de menos de 45% no antigo prédio para mais de 70%. Além disso, Winfrey diz que o University Hospital "ganhou de volta a confiança dos enfermeiros".

Para implantar o projeto, Winfrey e Magers criaram uma equipe multifuncional que incluiu a enfermeira-chefe, o vice-presidente do departamento de cadeia de suprimentos, o diretor de gerenciamento de materiais, CIO, CFO do hospital e COO, e um representante do departamento de engenharia biomédica. Uma questão-chave que a equipe sabia que tinha que abordar seria como alterar o fluxo de trabalho.

Em 2009, de acordo com Winfrey, o UHS tinha implantado um RTLS para rastrear ativos e bombas, mas não tinha resolvido o problema, porque o hospital não colocou em vigor os procedimentos para usá-lo. "Nós usamos a tecnologia para isso", diz ele, "mas nós não conseguimos sem o fluxo de trabalho apropriado". O hospital aprendeu da maneira mais difícil, acrescenta, que manter o controle de dispositivos é tanto um problema processual como tecnológico. Além disso, diz ele, a rede sem fio do prédio velho – otimizada para dados e voz – não estava pronta para a tarefa de identificar as etiquetas RFID ativas. Winfrey diz que ele e sua equipe estão trabalhando com o fornecedor da solução original para usar tags ativos RTLS para rastrear alguns equipamentos na nova torre.