RFID Estudos de Caso

Hospital indiano gerencia ambulatório com RFID

O centro médico implantou um sistema de localização em tempo real para reduzir o tempo de espera para exames

Por Bob Violino

24 de janeiro de 2013 - O Fortis Escorts Heart Institute (FEHI), em South Delhi, Índia, administra mais de 14.000 admissões e 7.000 casos de emergência anualmente, com cerca de 300 pacientes ambulatoriais visitando o hospital todos os dias para exames. Gerenciar a movimentação de pacientes ambulatoriais dentro da instituição sempre foi um desafio, pois o tempo de espera em cada departamento, como o de ultrassom, pode ser muito maior do que em outros, diz Gunjan Verma, gerente sênior e chefe de serviços.

De acordo com Verma, a situação era inaceitável para um hospital reconhecido mundialmente como um centro de excelência em cirurgia cardíaca, cirurgia minimamente invasiva (robótica), cardiologia intervencionista, cardiologia não-invasiva, cardiologia pediátrica e cirurgia cardíaca pediátrica. Seus laboratórios avançados realizam testes de diagnóstico nas áreas de medicina nuclear, radiologia, bioquímica, hematologia, medicina de transfusão e microbiologia. O uso de tecnologia de ponta, acrescenta, é uma grande parte da cultura do FEHI, estendendo-se para além da tecnologia médica.

O sistema inclui tags a bateria Wi-Fi, da Ekahau, usadas pelos pacientes ambulatoriais em torno do pescoço
Há vários anos, o FEHI automatizou processos para reduzir os tempos de espera de pacientes de ambulatório. Depois de pesquisar e avaliar uma série de soluções, o hospital recentemente implantou um sistema baseado em RFID para localização em tempo real (RTLS), que permitiu a organização a atingir os seus objetivos.

Os administradores do FEHI concluíram que automatizar o processo de localização e acompanhamento ambulatorial no hospital iria resolver os gargalos existentes, aumentar a eficiência e, finalmente, melhorar o atendimento, garantindo que os pacientes não teriam de ficar em qualquer departamento em particular mais do que o necessário. Inicialmente, a organização implantou um sistema de código de barras, mas a tecnologia falhou, disse Verma, porque exigia muita mão de obra adicional. "Foi muito difícil lidar com a solução, uma vez que demorava demais".

Verma disse que realizou diversos testes com sistemas RFID e avaliou uma série de estudos de caso envolvendo a tecnologia. "Nós então criamos uma comissão de avaliação que compreendesse todos os profissionais experientes de vários departamentos", afirmou. Além de Verma, o grupo incluiu os gestores do hospital e o pessoal de operações, o diretor médico, um oficial biomédico, um gestor de inovação, o chefe do departamento de exame médico e um diretor financeiro.