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Segredos para o uso de dispositivos de Internet das Coisas

Como todo projeto, antes de partir para a ação, é fundamental a realização de testes para identificar possíveis transformações que podem ocorrer

Por Ney Acyr Rodrigues

7 de março de 2018 - Os próximos anos serão decisivos para a área de Tecnologia da Informação. O processo de transformação digital tem levado cada vez mais as empresas a investirem em soluções que garantam a automatização de processos e, consequentemente, agreguem valor às organizações, gerando aumento da produtividade e melhor experiência dos clientes.

Para acompanhar essa evolução das companhias, novas tecnologias serão implantadas, incluindo o uso de dispositivos conectados entre si – Internet das Coisas (IoT) e Machine to Machine (M2M).

Soluções de IoT serão utilizadas nos mais variados modelos de negócios. Estudos apontam que até 2020 essas soluções já estarão incorporadas a mais da metade dos processos e sistemas dos novos negócios e teremos no planeta bilhões de dispositivos conectados. No varejo, dispositivos conectados estarão presentes para controle de estoques e prateleiras, controle de hábitos de consumo e até gestão de pagamentos. Nas fábricas, estarão contribuindo para uma nova fase conhecida como Indústria 4.0.

Milhares desses dispositivos conectados já estão sendo utilizados por montadoras na solução de carros conectados. A tecnologia de ponta dentro dos veículos permite o envio de dados para controle, monitoramento e assistência técnica, entre outras funções.

Além de conforto, carros conectados oferecem mais segurança ao motorista, com possibilidade de monitoramento de frota, incluindo trajetos considerados mais perigosos, e envio de ajuda em caso de paradas repentinas.

A adoção de soluções de IoT para aumento de produtividade e, consequentemente, da qualidade de vida não é exclusividade do mundo corporativo. Gestores públicos já desenvolvem projetos visando à utilização de dispositivos conectados para gerenciamento mais preciso de recursos energéticos, transporte e segurança pública, por exemplo. Estudos apontam que a economia de energia de uma cidade pode chegar a 30% com a utilização de sensores de monitoramento, que detectam possíveis falhas como a manutenção de lâmpadas acesas em vias públicas durante o dia.